sábado, 12 de novembro de 2011

# CLAUDIA RAIA LEVA AOS PALCOS TALENTO, LUXÚRIA E SONHOS




Guiada pelo sonho, Claudia Raia (44) escreve novo capítulo de sua história na ribalta. Estrela de Cabaret, a atriz irradiava alegria e emoção na estreia do musical, no Teatro Procópio Ferreira, em SP. “Esperei 20 anos para contar essa história. Afinal, são sonhos que movem um artista”, conta ela, que dá vida à showgirl inglesa de unhas verdes e mãos manchadas pela nicotina Sally Bowles, radicada na Berlim pré-Segunda Guerra. “Apesar da experiência, continuo insegura em dias como hoje”, explica a paulista, responsável pela produção do espetáculo, cuja montagem original é deJoe Masteroff (91), com direção de José Possi Neto (64) e versão de Miguel Falabella (55). “Estreia é sempre tensa, mas gostei. Claudia e eu nos conhecemos há anos, somos amigos e cúmplices”, diz Miguel.
Mãe de Enzo (14) e Sophia (8), com Edson Celulari (53), a atriz contracena com a revelação Guilherme Magon (25), que substitui Reynaldo Gianecchini (38), se tratando contra o câncer. Em meio à atmosfera picante de um cabaré, eles protagonizam cenas ousadas, mas ela garante que nada ultrapassa o plano da ficção. “Estou solteira, somos amigos. Guilherme é um parceiraço e sou grata a ele, que é de ouro”, minimiza a musa, prestigiada pela mãe, a elegante d.Odete Raia (88). “Claudia é um doce, generosa e me trata de igual para igual. Espero que nossa amizade dure por muito tempo”, elogia o ator, ao lado da igualmente orgulhosa mãe, Solange Magon (60).

# # Claudia Raia estrela montagem de "Cabaret", de Joe Masteroff.


"Havia um cabaré, e havia um mestre-de-cerimônias e uma cidade chamada Berlim. Era o fim do mundo, e eu dançava com Sally Bowles, e nós dois estávamos dormindo."
São essas as primeiras palavras do livro que o personagem Cliff Bradshaw escreve na peça "Cabaret". A montagem musical do texto chega a São Paulo hoje, no teatro Procópio Ferreira.
O espetáculo que os brasileiros verão é resultado de uma sequência de adaptações. A peça foi escrita em 1966 por Joe Masteroff, a partir do livro "I Am a Camera", de John van Druten -o qual, por sua vez, baseou-se em "The Berlin Stories" (1945), de Christopher Isherwood.

Zé Carlos Barretta/Folhapress
Claudia Raia em cena do musical "Cabaret", dirigido por José Possi Neto
Claudia Raia em cena do musical "Cabaret", dirigido por José Possi Neto
Masteroff serviu na Força Aérea Americana durante a Segunda Guerra Mundial e hoje, aos 91 anos, segue escrevendo, ofício que adotou na década de 1950.
Ele aponta a insensatez do mundo como razão para "Cabaret" manter a atualidade e o apelo universal. "As pessoas precisam de música para sobreviver, porque a loucura ainda está em todo lugar."
O autor se define como um sujeito "tranquilo", alguém cuja vida "nunca foi um cabaré". Mas acha que a falta de juízo dos tempos atuais faz surgir tipos cada vez mais parecidos com os de sua peça, "sem esperança e aproveitando o máximo".
A história de "Cabaret" se passa num clube noturno da Berlim pré-ascensão do nazismo, período em que muitos alemães ainda não atinavam para o perigo iminente que o mundo corria. A situação financeira ruim e o moral baixo depois da derrota alemã na Primeira Guerra definiam o clima da época.
Os clubes burlescos, com seu cardápio de números alegres e escapistas estrelados por garotas seminuas, serviam de alento.
Miguel Falabella, responsável pela adaptação para o português e amante dos musicais, diz que teve trabalho para não perder a atmosfera histórica e política da peça.
Para isso, manteve do original o Mestre de Cerimônias, personagem palpitador de Jarbas Homem de Melo.
"A personalidade ácida do Mestre de Cerimônias -que comenta a história com traços de crueldade- é muito importante", explica Falabella. "Ele representa aquela Alemanha que está afundando, prestes a ver os nazistas no poder. O ovo da serpente está eclodindo, e ele é a tradução disso tudo."
O romance entre Sally Bowles e Cliff Bradshaw (papel proposto a Reinaldo Gianecchini antes da descoberta da doença) acontece e parece ser uma tábua de salvação para o par de desgarrados.
Porém, a presença crescente do nazismo, o temperamento de Cliff e a ignorância de Sally impedem um final feliz. "E como poderia haver se o que estavam vendo era o começo do 'fim do mundo?'", questiona Masteroff.

sábado, 5 de novembro de 2011

# Claudia Raia dá selinho em Jô Soares durante gravação do programa


Entrevista com a atriz vai ao ar na madrugada desta sexta-feira (4)
TV Globo / Divulgação
Claudia Raia Jô Soares, que nos anos 80 foram namorados, trocaram um selinho na gravação do "Programa do Jô" nesta quinta-feira (3), em São Paulo. A entrevista com a atriz, que está em cartaz com a peça "Cabaret", vai ao ar na madrugada desta sexta-feira (4), na Globo.
Logo depois que Claudia e Jô terminaram - na época do "Viva o Gordo" -, ela começou a namorar Alexandre Frota. Esse assunto é tema de uma das esquetes da stand up comedy, "Identidade Frota", em cartaz em um bar na capital paulista.
Atualmente, Claudia estaria vivendo um affair com o colega de elenco no musical Guilherme Magon. O ator foi escalado como substituto de Reynaldo Gianecchini - que luta atualmente contra um câncer. Claudia se separou deEdson Celulari em 2010. Eles foram casados por 17 anos e têm dois filhos - Enzo, de 14 anos e Sophia, de 8.
TV Globo / Divulgação
Os dois namoraram lá pelos idos dos anos 80, quando atuavam em "Viva o Gordo", da Globo 

# Claudia Raia aparece deslumbrante em bastidores de ensaio



 Reprodução / Twitter
Em cartaz em São Paulo com o musical "Cabaret", Claudia Raia aproveitou uma brecha em sua agenda para fotografar para uma revista feminina. O cabeleireiro Marco Antônio de Biaggi, responsável pelos looks de diversas celebridades, postou em seu Twitter nesta terça-feira (1) uma foto dos bastidores do editorial

 Reprodução / Twitter

# Reportagem: O Estado de São Paulo




No centro do palco enfumaçado, uma Claudia Raia seminua move os quadris sensualmente. Segue em direção à plateia, cantando e lançando olhares enviesados. O número é do espetáculo Cabaret, o 10º musical da carreira da atriz, que estreia hoje no teatro Procópio Ferreira. Nele, ela interpreta Sally Bowles, uma prostituta e dançarina que se apaixona por um escritor. Com 150 figurinos mínimos - Claudia e bailarinos passam o espetáculo praticamente inteiro de lingerie - Cabaret é adaptado de clássico da Broadway que foi para Hollywood em 1972 em longa homônimo imortalizado por Liza Minnelli. "Fui convidada a fazer a Sally em 1989, mas estava comprometida com a novela Rainha da Sucata, conta a atriz. "Passei 20 anos pensando nela até conseguir comprar os direitos autorais."
Claudia Raia está à frente do 10º musical: muito fôlego e pouca roupa - Ernesto Rodrigues/AE
Ernesto Rodrigues/AE
Claudia Raia está à frente do 10º musical: muito fôlego e pouca roupa
O espetáculo original é de 1966 e foi escrito pelo dramaturgo Joe Masteroff, que se baseou na peça Eu Sou Uma Câmera, de John Van Druten, inspirada, por sua vez, no livro Adeus, Berlim, de Christopher Isherwood. A história se passa em 1931, num cabaré decadente de Berlim, o Kit Kat Club.
Na versão original, as músicas são de John Kander e Fred Ebb - dupla de compositores dona de musicais de sucesso como Chicago eO Beijo da Mulher Aranha. Na versão brasileira, as adaptações musicais e do texto ficaram por conta de Miguel Falabella. A montagem conta com 21 atores e uma orquestra de 14 músicos. A direção geral é de José Possi Neto.
Atuações marcantes. O papel de par romântico de Claudia Raia estava prometido a Reynaldo Gianecchini, mas como o ator está afastado dos trabalhos artísticos para tratar de um linfoma, foi substituído por Guilherme Magon, de 25 anos, que vinha de Mamma Mia!. "Fiz uma leitura-teste para participar de Cabaret", contou. Claudia Raia e o diretor se encantaram com sua atuação. "A química entre ele e Claudia foi instantânea", diz Possi Neto.
Nas cenas apresentadas a jornalistas, porém, isso não fica óbvio. A interpretação de Magon não chama muito a atenção nos números exibidos. O destaque masculino, na verdade, foi o ator Jarbas Homem de Mello, que interpreta o personagem MC, mestre de cerimônias que narra toda a história ao público. Além de ter uma voz poderosa e dançar com elegância, Jarbas criou uma carga dramática e irônica para o personagem que, em cena, prende a atenção do público. Experiente, participou dos musicais Lés Misérables, O Fantasma da ÓperaRent Grease.
Já a trilha sonora ganhou arranjos especiais para reforçar a dramaturgia do espetáculo. Marco Araújo, responsável pela direção musical e vocal, criou duas trilhas sonoras diferentes. "Quando os personagens estão falando de si mesmos, os arranjos são mais complexos e rebuscados", ele explica. "Já nas horas de convivência no cabaré, são simples." A versão brasileira, inclusive, conta com mais músicos (14) do que a original (9). "Quisemos dar um peso maior à orquestra”, diz Araújo.


Da mesma forma que a concepção musical, o figurino foi composto e executado atentando-se aos mínimos detalhes. Fabio Namatame, figurinista, criou um vestido com 20 mil pedras de cristais Swarovski que Claudia Raia usa para cantar a música Grana. "Também fiz uma pesquisa vasta com lingeries dos anos 20 e 30”, contou. Ao desenhar as roupas, Namatame procurou valorizar o corpo de cada bailarino. "Isso foi facílimo", diz. De fato, a produção conta com uma sucessão de atores sarados. Claudia Raia, aos 44 anos, então, exibe boa forma de dar inveja em moças de 20.
A coreografia, criada por Alonso Barros, torna a beleza dos atores ainda mais evidente. Com movimentos sensuais e muito contato físico, os bailarinos tiram o fôlego da plateia a cada performance. "Fizemos laboratórios para que cada bailarino trouxesse movimentos que representassem seus personagens", conta Barros.
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Claudia Raia: É  uma Fofoca Chataa!! #AdoroaClaudinhaaa

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No 10º musical de sua carreira, a atriz encarna a sensual e cativante Sally Bowles, uma prostituta e dançarina que se apaixona por um escritor, vivida nos anos 70 no cinema pela diva Liza Minelli






No 10º musical de sua carreira, a atriz encarna a sensual e cativante Sally Bowles, uma prostituta e dançarina que se apaixona por um escritor, vivida nos anos 70 no cinema pela diva Liza Minelli.Claudia Raia (44) realizou uma apresentação especial apenas para convidados de seu novo musical, Cabaret, na noite desta segunda-feira, 31, no Teatro Procópio Ferreira, em São Paulo.
Veja fotos de quem passou pelo Teatro Procópio Ferreira para conferir o show de Claudia Raia!

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